segunda-feira, 7 de julho de 2008

Descobri..

Tudo o que eu sempre fiz na vida, procurei fazer com justiça. Ser justo é uma grande virtude, e eu posso me orgulhar de tê-la.
Mas quando falavam. "cuidado, você vai ter alguns percausos na vida" eu nunca imaginei que fossem tantos, e na maioria das vezes com pessoas que eram para estar do nosso lado, torcendo pela gente. São essas as que nos apunhalam pelas costas na primeira oportunidade.
O grande defeito de um virginiano é o gênio, forte e como disse, justo!
E por isso não me calo diante dos fatos, ainda mais se ferem a mim, e as pessoas que amo.

Sabe? eu queria não precisar de ninguém, ser auto suficiente, mas não dá.
E para tanto, a gente tem que se humilhar e aguentar. Se não pode com eles? Junte-se a eles.

Ser rico talvez? milionário? poder comprar a tudo e a todos...não! O caminho não é esse.
Eu me orgulho das minhas conquistas - quase inexistentes, mas..


VOCÊ SABE VOAR..ENTÃO VAI..



Assistam o vídeo.


..a paz que você pensa em ter no mundo, eu também pensei, tristezas e desilusões foi tudo o que encontrei..
Mas quando ouvi dizer que no calvário alguém morreu por mim, aceitei e hoje sou feliz..

Ou serei...

sábado, 5 de julho de 2008

Um bom filho a casa torna..né?



Volteiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

Oie genteeeee, que saudadeeee.
Tô de volta, depois dessa longe maratona de estudos e ardua jornada de trabalho pra dar uma aliviada nas dividas. asuahsaushaus.
Tanta coisa pra contar, e de novo, tudo junto!
Vamos por partes..
Aii que saudade de comentar nos blogs amigos, saudade mesmo.
Fiz o concurso, fui mal. =/
Conheci 52 Anas Paulas, foi incrivel ver tanta gente com o mesmo nome, e até mesmo uma com o mesmo sobrenome que o meu. Todas geniosas e 16 virginianas. Simpaaaaticas como a xará aqui. (hehe).
Como vocês estão ? minha vida tá animada, só tenho folga aos domingos, e de quinta á sabado não tenho tempo pra nada, mau mastigo a comida no almoço, mas está compensando.
Saudade do Lucas, do Pedro, do Diom, do Black, aii te tanta gente. Vi que a May deu uma passada por aqui postando, legal.
Muitos amigos me mandaram e-mails cobrando posts novos, mas nem isso eu pude responder.

Se eu passar, no meu primeiro salário eu faço uma churrascada okey ? Sem pagode!

Papai esteve aqui durante 5 curtissssssimos e felizes dias. Veio trazer minha avó que tá dodói.
Foi massa ter ele aqui, mesmo. Tiramos umas fotos legais, vou postar.
Bom, acho que é isso, tô simplesmente QUE-BRA-DA, coluna off, sono, fome. Incluse vou preparar algo para me alimentar.
Mais uma vez saudade de vocês, amo amo amo estar de volta.
Beijo..

quarta-feira, 18 de junho de 2008

poema

Este poema diz tudo, leia por favor...
M E U P A I E A C A R R O Ç A

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou: - Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi: - Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, e de uma carroça vazia...
Perguntei-lhe, então: - Como o senhor sabe que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora - respondeu ele - é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho.Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, tratando o próximo com grossura, prepotente, interrompendo a conversa dos outros ou querendo demonstrar que é a dona da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai, dizendo: "Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz

faz tanto tempo q nau apareço akiii

axei esse poema otimo....


pq eu tenhu muita pensa das pessoas vazias por dentro

sem alma sem coraçao, e q se axam melhores q as outras

=//

faze u q neh?

:** pra todussss

sdd paula

sábado, 24 de maio de 2008

Adeus..

Hoje o medo de perder as pessoas que amo me tolheu o coração.
Logo pela manhã, fria e ensolarada levantei-me com dor nas costas, havia dormi mau.
Sentei para colocar as sandálias e chorei, senti ali, naquele instante que estava sujeita a morte, e levei um susto. Chorei a morte de uma pessoa que eu nunca vi na vida, aliás, uma não! Duas.
A mãe do Fernando, e o primo da Muriel.
A vida deles está paralisada por tempo indeterminado, e isso de alguma maneira me afetou.
Temo pois, vivo em uma corda bamba. Meu pai mora longe e sinto medo de perdê-lo sem estar perto para ao menos abraçá-lo. Ao mesmo tempo se eu ficar perto dele, fico longe da minha mãe, que é digna de todo amor e cumplicidade também. Peço a Deus que os deixe ficar por mais uns 100 anos.
Falo deles pois é frágil ao meu coração, é pedra em teto de vidro, é ataque certeiro ao meu bom humor, e meu respeito ao próximo. Claro que tantos outros existem e os amo do mesmo modo, mas pai e mãe é sagrado. O meu é meu porto seguro, e sem ele seria difícil seguir, a Cáu que apesar das brigas eu amo muito. A minha família toda, os amigos, e os meu bichinhos. A cada partida um pedaço de mim é levado, e se me perguntar um por um dos que se foram eu lembro. Desses a saudade é enorme, da Babi, a minha neguinha nem se fala.
Todo e qualquer amor pra mim é bem vindo e reciproco, e claro, quando se vai a dor é certa e inevitável.

Um beijo á todos.

Eu amo muito vocês, Mãe, Pai, , Cáu, Família Albino, Família Silva, amigos de Rondônia, amigos de Maringá, amigos internautas e meus bichanos.
Pra sempre.


Muack.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Minha vida. Parte 2.

Com nove anos mais ou menos meu pai trabalhava no Banco Beron, e que hoje não existe mais.
Esse banco tinha um Clube, o ASBERON, era lá que nos divertíamos, ficava no setor 13*, pertinho de casa.
No ASBERON eu jogava volei na escolinha da Walnea. Lá também tinha uma piscina maraaaaaaa e um campo de futebol enorme. Eu chegava por volta das 10, e só saia as 18:00 mais ou menos. Naquele tempo quem cuidava da lanchonete do clube era a Lena, mãe do Luiz Henrique meu primeiro amor. Ele era gordinho como eu, lorinho dos olhos azuis. Lembro que sentei no balanço no parquinho do lado dele, e ele disse "qual o seu nome?" e eu respondi "Paula, quer dizer, Ana, não! é Ana Paula"
De lá até 5 anos depois fomos inseparáveis, eu almoçava e jantava, ia pra escola, andava de bike, brincava, nadava, e tudo na companhia dele. Mas nunca, nem sequer o beijei, tínhamos uma cumplicidade de irmãos. Nos meus 11 para 12 anos, um funcionário do Banco foi transferido de Alta Floresta para a minha cidade, se chamava Isaias, mas logo recebeu o apelido de Tirica. A semelhança é fato, aushausha. Levou com ele as filhas Nandara e Jamila e a esposa Dirce, que pouco tempo depois viera a ser tornar minha "Tia Dirce, a segunda mãe". Quando eu conheci a Jamila,filha mais velha, 1 ano mais nova que eu, ela estava andando de patins no meio do campo de futebol, magriiiiiinhaaa, com cabelo bemmmm comprido ao contrário do meu, e logo ficamos melhores amigas. Era esse nosso dia-a-dia: escola- clube - casa. E eu amava. Pouco tempo depois o banco faliu, o clube passou por maus bocados, e os funcionários idem. O Luiz Henrique foi embora para a capital com a familia, e nós passamos a frequentar só as aulas de Educação Física da professora Vanda. Virou febre o tal do JOER - Jogos Escolares de Rondônia. Eu, Jamila, Aline, Keila, Sandra e Milene fazíamos parte do time de volei na 8ª série. A quadra era toda rachada, sem cobertura, o sol queimava nas costas, mas mesmo assim treinávamos 3 vezes por semana, e ainda fazíamos uns joguinhos nos findis. A Vanda era bemmm exigente, e fazia uma pré-seleção estilo Bernardinho. Então dávamos o melhor, e tínhamos que passar por uma seletiva entre os 3 melhores times da cidade. Alexandre de Gusmão, meu colégio, Aurélio Buarque o colégio da 14, e Rocha Pombo, colégio da 15. Com esse time passamos para a seletiva em Rolim de Moura o Pré-JOER, cidade vizinha, pouco mais de 60km. Era uma festa ficar alojadas no colégio Tancredo Neves, 6 dias de muitas descobertas. Alunos de outras cidades, sintonia total, alegria, paqueras e muitooo esporte. Uniformes alinhados, abertura-jogos- semi-finais- final e pronto! Vencemos, fomos para o JOER em Porto Velho, capital. Se era bom em Rolim, imagina na capital? longe dos pais 600 km? com grana e amigos? Era Tudo! Mas infelizmente perdemos para o pessoal do Candido Portinari. A experiencia valeu por toda a vida. Eu ainda tinha idade para seguir, mas em Setembro de 2001, mais precisamente dia 9, dia do meu aniversário, eu passei por uma cirurgia no Apêndice, e fiquei durante 20 dias de molho em casa, emagreci bastante, e função de ter sido bemm complicado o procedimento eu fui substituída no time. Como no meu colégio só tinha até o ensino fundamental, quando passávamos para o 1º ano tínhamos que nos mudar para o Aurélio, que era um pouco longe. Professores novos, amigos novos e nova rotina. Acordar cedo e ir para o ponto esperar o ônibus passar. Isso sim era divertido, o trajeto de sei lá, 10 minutos de subida do morro. Era tanta palhaçada junta, caras amassadas, cabelos despenteados, aqueleee zelo. O primeiro ano lá foi punk pra mim, e por isso bombei em física do professor Léo, ele era um amor, mas eu detestava física. É aí que vem a melhor parte, eu estuva com uma galerinha extremamente desanimada, tipo velhos, chatos e nerds. E por ter reprovado, peguei todos os meus amigos mais novos, Rodrigo, Zoninha, Aline, Paula, Bruna, Jeniffer, Faustino, e o meu segundo amor, André Maestá. Aaaaa o André era o charme em pessoa, inteligente e tímido. Na nossa sala tinha 50 alunos para um quadrado minúsculo, tivemos que dividir por sorteio, e a cada novo nome para a minha turma era uma comemoração. Ficamos, eu, negão, Jeni, Bruna, Tinega, Michelle, e André, Na outra sala: Paula, Zona, Aline e Jamila. Para mim melhor professor de todos, talvez por ser mais brincalhão e não ter numeros envolvidos foi o Raimundão, professor de História, nordestino, sotaque legal. A inteligencia e a facilidade ao falar a nossa lingua (jovem) era tanta, que eu sinto saudade até hoje do professor Raimundo. Sem falar no Antônio que era lindão, professor de Geografia, também nordestino, assim como Edvânia - Inglês, Brito -Ed.física, Assis -Química, Edson -Biologia, e Alexandre - Português. Esse ultimo era o sossego em pessoa, chamava as meninas de "belezinha do céu" e os meninos "macho véio", e eu rachava de rir.

continua...

Beijos.

*É assim que são divididos os "bairros, por setores, 13,14.."
** Se esqueci de alguém me perdoe, corrija e eu colocarei no próximo post.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Minha vida. Parte 1.

Hoje vi duas menininhas saindo da escola, uma delas parou, agachou e amarrou o cadarço do tênis da outra.
Achei aquilo tão parecido com o que eu fui um dia com as minhas amigas.
Eu tinha essa cumplicidade, essa "sem vergonhisse" de demonstrar carinho e atenção, fosse na rua, ou em qualquer outro lugar.
E vendo elas tão pequenas e já sabendo o que é ser amiga, e ter amigos, eu resolvi escrever um pouco da minha vida, vou dividir em 5 partes, começando por hoje.

Eu nasci em Nova Brasilândia do Oeste, (tá no meu registro) interior do estado de Rondônia, a partir do tempo que eu lembro não havia pavimentação asfáltica, nem energia, muito menos água encanada para todos. Meu pai junto com meu tio e mais um vizinho, compraram um motor que supria a necessidade de energia quando faltava. Na compra do mês sempre levávamos um pacotinho de velas, para o caso de faltar energia e meu pai não estar em casa para ligar o motor. Era bem difícil.
Desde sempre criamos bichos de estimação, nessa época, mais ou menos uns 3 anos de idade, eu tinha gato, cachorro, e um veado. Isso mesmo, não sem bem ao certo a origem dele, mas sei que aqui em casa tem muita foto, uma inclusive da minha mãe o beijando na boca. Nós morávamos na rua dos Pioneiros, onde hoje mora minha tia. Até uns anos atrás tinha uma marca de masinha de modelar que eu tinha deixado na parede, fiz uma carinha, eu gostava de lá. Minha mãe sempre fez festa de aniversário, sempre mesmo. Nunca deixou passar em branco, e sempre com muiitaaa fartura, todo mundo comentava, "a Tereza é uma cozinheira de mão cheia". As fotos que temos de lembrança provam isso. Eu tenho guardado um sapatinho que usei com 1 ano, e meu vestidinho branco, também que usei com 1 aninho. Quando eu tinha 4 nasceu minha irmã, a Ana Claudia, com uma manchinha no rosto, parecia um moranguinho, ela levou essa marquinha até os 10 ou 11 anos, eu gostava, era um charme. Tem uma foto aqui, do aniversário dela, de 5 anos eu acho, que o tema foi Pequena Sereia, aiii como eu tenho saudade desse desenho. Tenho vários amigos que aparecem nas fotos, e vê-los hoje crescidos é estranho. Tem uma que eu a Cáu, e a Mayara estamos brincando com as tartarugas que nós tínhamos. Meu pai nos colocou em cima delas. Era legal, nessa época aí, nós já morávamos numa casa bemmm maior, e com uma data vazia do lado, e outra no fundo, do mesmo dono. Na data vazia do fundo ele criava uma anta, é minha gente, uma anta, eu contando ninguém acredita, mas isso tudo é fato. Aiai..oaksaokso.
Esse animalzinho eu já não gostava tanto, meu pai tinha medo que chegássemos perto. Nessa época tínhamos a princesa, e os filhotes dela, eu levava eles para andar de bicicleta dentro da cestinha. Na rua da minha casa tinha o Buracão, um buraco como o nome já diz, cheio de palha de café, e pulávamos lá, o dia todo, chegávamos em casa que só dava pra ver os olhos.
Uma vez saimos todos picados por formigas e abelhas. Foi um chororô. Brincávamos muitooo de bet´s, pé-na-lata e rouba bandeira.
Eu frequentava a escola, lembro da minha professora a Dalva, ela em ensinou a ler, e ela mora lá até hoje.
Todo ano tinha aquela foto com a bandeira, e eu sou canhota, mas o fotografo sempre punha a caneta na mão direita. Rum!
Até aqui está bom por hoje, contei do meu nascimento aos 9 anos.
No próximo eu continuo.

Beijo.
; Papai leu, e disse que o nome do veado era Nino. Obrigada gordo.