quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Simpatia.

Ser simpático nunca é demais. Você nunca terá uma cara feia como resposta.
Há quem ache que ser simpático o tempo todo é falsidade, mas eu gosto.

Recebi um elogio hoje de uma pessoa, que falou pra outra pessoa que eu sou a simpatia em pessoa.
HAHA!

Minha mãe não acha. rs.


Hoje almocei no Mc e comprei o Dino, cachorrinho dos Flintstones,  pro Nino.
Acho que foi o melhor presente que eu poderia pensar em dar pra ele.
Nunca vi tanta felicidade...

Acertei.


Maria Gadú aqui em Maringá dia 06/12 - Ansiosa.
Beijo, amo vocês.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Acreditar, sempre!

Em algumas etapas da vida, temos que ser tão fortes, mas, tão fortes que, nem mesmo nós nos reconhecemos.

E agora é a sua vez Arandinha.

Não tema, Deus está com você.

Não existe sorte, nem azar, nem destino. É simplesmente Deus.

Acredito piamente que você vai tirar isso de letra.

Não posso estar perto para manifestar o meu pesar, nem te dar o meu abraço.
Mas aqui, mesmo de longe, posso te mandar boas energias e orar para que você se recupere logo.

Um beijo, força.
Estamos todos com você e pode ter certeza que ninguém vai te abandonar.

Faça tudo o que o médico mandar e vai ficar tudo bem.

Pai, aposenta essa biz já!!!

domingo, 10 de outubro de 2010

Meus dois amores.

No último domingo, dia 3, minha mãe fez aniversário. E hoje, domingo, dia 10, meu pai é quem faz.

Não escrevi no dia do aniversário da minha mãe, porque queria que fosse um post duplo, já que fui feita pelos dois, sou dos dois e os dois são meus. Quero que saibam que, pra mim, um completa o outro no meu coração.

A separação, foi de longe a pior coisa da minha vida. Uma perda e divisão que eu nunca esperei.
Se estou aqui em Maringá, fico longe do meu paizinho amado. Se estou lá em Rondônia, fico longe da minha mãezinha linda. E aí? como faz?


São 6 anos aprendendo, dia após dia, a conviver com a saudade.

Não consigo mensurar o amor que sinto pelos dois.
E o quanto me dói, ainda, depois de tanto tempo, lembrar que éramos uma linda família.

Mas Deus me ama tanto, que não me deixou na mão.
Primeiro por ter preparado a minha mãe como uma verdadeira leoa para cuidar de nós.
Depois por ter me dado essa outra parte da família que eu mau conhecia e que é abençoada.
Supre a maior parte das minhas saudades com doses megaaa de felicidade.

Hoje era um dia que eu acordaria meu pai aos berros, gritando feliz aniversário, com algum presente comprado com o dinheiro dele mesmo, mas que eu considerava MEU PRESENTE.
Ele fingia que gostava para não nos magoar. Mas no fundo ele amava. Eu sei.

Eu não sei como vai ser o seu aniversário pai, nem com que pessoas passará. E se elas se lembrarão.
Mas aqui, o aniversário da mãe foi super engraçado. Preparamos uma surpresa, com bolo, refri, salgadinhos, docinhos e todo mundo veio cantar parabéns .

Só Deus sabe o quanto é difícil pra mim falar sobre isso, sobre a falta que você me faz e o medo que me assola. Medo de não estar por perto quando algo acontecer.

Mas eu quero que sinta-se abraçado, apertado, beijado por mim, por nós.
Quero que imagine como seria a entrega do seu presente e que não fique triste, porque Deus está cuidando de nós. De mim e de você Pai, da Mãe e da Cáu. Ele nos honrará e eu não tenho dúvida disso.

Eu te amo tanto pai, eu pareço tanto com você e com a mãe ao mesmo tempo.
Tenho tanto de vocês dois, que só consigo pensar no tamanho do amor que vocês tinham um pelo outro quando me conceberam. Talvez um pouco de mim, seja teimosia para não esquecer de onde eu vim.

Lembro de você todos os dias da minha vida e faço questão que todos saibam que eu te amo além de qualquer coisa. Preciso escrever mais pra você, porque você está longe dos meus olhos e do meu abraço.

A mãe está aqui todos dias e tenha plena consciência que tudo o que sou como pessoa eu devo muito a ela.

É lindo ver o quanto ela se sacrifica por nós. Cada gesto. Perdi as contas de quantas vezes deixou de fazer as vontades dela, para fazer as minhas.

Quantas vezes liguei pra ela pedindo que trouxesse um chocolate e ela andou quadras para comprar.
Muitas dessas, eu nem mesmo agradeci.
Mas hoje mãe, eu queria que você também se sentisse feliz, porque eu te amo como quem precisa do ar pra viver e do sol pra ser feliz. Tudo o que eu mais queria é que você se orgulhasse de mim.

Qualquer ato impensado é fruto desse desejo.
Dinheiro nenhum do mundo, paga o que você fez, faz e sei que ainda fará por nós.

Hoje o João me disse que se eu pudesse pedir qualquer coisa, mas qualquer coisa mesmo, qual seria?
Nem pisquei pra dizer: Queria meus pais juntos de novo.

O jeito de amar que, antes era junto, agora precisa ser fracionado.
Metade lá, metade cá.
Confesso que as vezes me atrapalho. Quero tanto que saibam o quanto são importantes pra mim, que me torno repetitiva. Mas sei que vão entender.

Eu amo vocês, feliz aniversário para os dois.
Sempre achei lindo esse jeito de fazer aniversário, 1 semana depois do outro.

Pai, a saudade é sofrida, só eu sei.
Te amo.

Eu e Pai, Rondônia 2009.
Ana Vitória e Mãe, amigo secreto, natal 2009

Eu e Mãe, logo depois da minha volta á Maringá, felizes.

Pai e Mãe - minhonovecentos e bolinha.
Mãe, você é demais. Te amo.

sábado, 2 de outubro de 2010

Eu ainda duvido.

Sabe quando a barra de alguém está suja com você, a pessoa sabe, finge que não e fica um clima estranho, sem as conversas bacanas de antes? 
Pois é, tá rolando isso comigo e uma outra pessoa.

Ela, certamente (tenho motivos fortes para pensar isso), está querendo colocar a minha inteligência em dúvida.

Bandidos, desde sempre no comando.
Vive me fazendo perguntas de duplo sentido e quando eu respondo certo para ambos, ela começa com discursos infundados de politicagem barata e sem sentido. 

Queria deixar bem claro aqui, que, a politica pra mim morreu há tempos, eu nem era nascida quando não se faziam mais políticos bons. 
Eu não gosto de politica, eu não gosto do rumo que as minhas relações pessoais tomam, quando pessoas que eu tanto gosto se envolvem com politica. 
Eu detesto a pseudodemocracia que existe no Brasil, já que é OBRIGATÓRIO o voto.
Repugno a forma de campanha, sujando a cidade e impondo às pessoas, conviver com placas, panfletos e adesivos, fazendo com o que era bonito de se ver, torne-se cansativo e repetitivo. 
Não voto, não quero votar e dificilmente algo me faça mudar de ideia nos próximos anos.
"ahh mas você vai jogar fora o futuro do Brasil."

E DAI?

Eles iam inventar outra forma de monopolizar o poder, mesmo que não houvesse eleição.
É assim em outros países, aqui não seria diferente.

Não vai mudar nada, vão ser só escândalos com nomes diferentes, CPI´s diferentes, ministros diferentes e bla bla bla. 

Queria muito voltar aqui e elogiar o aumento (mesmo que ínfimo) do salário mínimo.
As soluções praticas pra poluição, desmatamento, habitação, saúde, saneamento.
Queria mesmo. Mas, eu sei que em 4 anos, infelizmente não dá pra construir nem um hospital decente, quem dirá resolver problemas que há muitos anos, estão estabelecidos/fixados/cravados na vida de nós Brasileiros.

Em São Paulo, as enchentes copiosamente vão continuar matando.
No Nordeste a seca também.

É um circulo vicioso. 
Sem saneamento, as pessoas ficam a mercê da sujeira, dos bichos que ela atrai, e consequentemente das doenças. Doentes, elas superlotam os hospitais que não tem profissionais, leitos, remédios, etc..

Sem educação de qualidade, os jovens buscam outras alternativas. Drogas e o crime são algumas.
Viram dependentes químicos num Brasil que não tem uma politica antidrogas eficiente, muito menos uma politica de reabilitação dessas pessoas. 
Se forem presos, esses jovens, com seus 18, 19 anos, ficam anos na prisão, num sistema carcerário falho, corrupto e superlotado. Aprendendo novas técnicas pra roubar, matar, torturar, sequestrar... E fazem isso até de dentro da prisão. 
Um preso no Brasil hoje, custa R$ 1,581 enquanto um aluno, R$ 173,00
Quando soltos, de novo, sem politica de ressocialização, cometem novos crimes e voltam pras cadeias. 

É preciso ter pulso firme, recomeçar, reconstruir...

É tempo de um novo começo, pra que um novo fim seja escrito. 

E duvido muito, pelo que vejo nas pesquisas e campanhas, que algum desses candidatos mude esse o fim dessa história.

É isso, beijo, amo vocês.

Saudade de você gordo. I miss you.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Comer, comer..

Na minha família, cozinhar bem é herança que, despretenciosamente passa de mãe pra filho. Simples assim.

Minha avó Hilda é uma ótima cozinheira, autodidata na arte de fazer com que nos fartemos a cada nova visita.
Minha tia Lucimar faz bolos maravilhosos, salgadinhos, sonhos e uma batata recheada maravilhosa. 

E minha Mama? Claro, não podia faltar. Todos na minha cidade sabiam que a Tereza era uma cozinheira de mão cheia. E o que ela não sabe, busca, aprende e repete direitinho. Ela ama o Edu Guedes, Ana Maria Braga e Palmirinha Onofre.
Aqui em casa tem uma caixa cheeeeeia de livros e revistas com receitas. Tem um caderno escrito cuidadosamente, com todos os truques e recortes carinhosamente tirados de rótulos de gelatina, latas de leite condensado e outros produtos. Um verdadeiro tesouro guardado com muito amor. Afinal, é a mesa que as famílias se reúnem no natal, no almoço de domingo  e em comemorações que vão das mais simples até as mais luxuosas.

Na minha família, é normal você chegar em casa e não ver ninguém na sala, anda mais uns passos e chega até a cozinha. Todos estão lá, conversando e comendo, claro. 

Minha mãe sempre nos ensinou tudo, desde como fazer o bolo até lavar a louça e arrumar a sujeira que ficou.
Enquanto ela fazia as massas, eu untava a assadeira e minha irmã mexia o beijinho do recheio, depois eu o brigadeiro da cobertura. Disputávamos quem ia raspar a panela ou jogar o granulado por cima do bolo pronto. 
Ás vezes uma massa dava errado ou quebrava, e nós comíamos, passando um pedaço no fundo da panela do brigadeiro. Era um verdadeira diversão. E depois, claro, ainda tinha o bolo, que, se não fosse para encomenda, nós comeríamos no dia seguinte pois precisávamos esperar esfriar. 

Nos almoços, sempre tem lasanha, minha mãe ensinou a Cáu fazer o molho e como montar certinho. 
E ela aprendeu, tanto, que auxilia minha mãe nesse departamento. 
Eu tomo conta do arroz, que, modéstia a parte é branco e soltinho como na propaganda do Knorr meu arroz.  Rs.

Gosto de fazer bife á milanesa, macarronada, filé de frango, costela com batata e o prato que vou mostrar para vocês hoje. Carne moída com legumes ao molho. 

Fiz um pequeno making of, com fotos das etapas para que vocês possam ver que realmente fui eu quem executou todo o processo.  Fiz um arrozinho branco também, para acompanhar. 
Como não tinha molho de caixinha, improvisei um molho com tomates frescos. 

Na carne eu usei: 

500 gramas de carne moída. 
 1 caldo de carne.
Alho á gosto.
Sal á gosto (manere, pois no caldo já tem sal).
4 batatas grandes picadas em cubos médios.
1/2 pimentão picado.
1 cenoura cortada em rodelas finas.

Para o molho usei.

4 tomates grandes ( ferva os tomates em água pura até soltar a pele).
1 cebola média.
Salsa 
Cebolinha
Azeite de Oliva á gosto
Sal a gosto

Coloque tudo no liquidificador bata até ter uma consistência de molho de tomate.
Se ficar um pouco pálido, pode colocar urucum/coloral para ficar com mais cara de molho. 
Mas não exagere, pois fica com um gosto amargo. 

Para a carne, coloque para fritar na panela, o alho e o caldo de carne. 
Depois acrescente a carne, deixe refogar até desmanchar os pedaços e ficar bem soltinha. 
Depois coloque a batata, o pimentão e a cenoura. 
Cubra com o molho e mais um copo dágua. 
Tampe a panela e diminua o fogo, até que as batatas e a cenoura cozinhem. 
Depois tire a tampa, aumente o fogo para engrossar o molho. 

O cheiro fica ótimo por causa do pimentão e serve até de papinha pra nenem, desde que amasse as batatas. Então, quem tem filho pequeno, não precisa fazer uma papinha separada.

Acho que é isso, eu amei, ficou bem gostoso. 

Vejam nas fotos e me digam se aprovam. 
Beijo, eu os amo.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Um porre.

Nunca gostei de bebida alcoólica. Mas nem é uma questão de caretisse nem nada.
É mesmo porque não gosto do cheiro, nem do gosto.
Com o tempo descobri que não precisamos beber para entrar em estado de felicidade, nem precisamos beber quanto estamos tristes e que porres públicos são feios e a sua dignidade quase sempre vai embora junto com o vomito. rsrs.

O caso é, nunca tomei um porre daqueles de entrar pra história.
Mas, como amiga leal que sou, já curei enumeros outros porres. 
Sempre fui uma espécie de guardiã. E hoje, vou contar um, que, pra mim foi o melhor de todos.

Vamos chamar a minha amiga, personagem dessa historia, de Nega, porque é assim que eu chamo ela.

Ela e eu decidimos que aquela noite ia ser nossa, iríamos arrasar.
Era um bailinho, na verdade era um forrózão mesmo, numa igreja da minha cidade, o que é bem típico por lá, não se espantem. 
Uma poeeeeiraa absurda, um monte de gente suada e pisando nos nossos pés.
Mas assim mesmo, a noite seria nossa.

Logo no começo Nega me disse:  Amiga, olha lá o Fulano, tá com a Fulana e danou chorar.
Eu dei um sacode nela acorda menina, olha pra você, magnifica, toda trabalhada na elegância, uma gata.
Ela disse então a frase fatal: Vou beber todas nega. Xiiiii, eu já sabia o final da noite, como seria.
Deixei ela livre, afinal ela realmente gostava do carinha idiota que tava beijando a outra. Mas cuidei para que nada de pior acontecesse.

Começamos então a beber. Ela cerveja, quente, diga-se de passagem.
Eu, água gelada, já que ninguém compra água e ela fica por mais tempo no gelo. Yes!!!

Lá pelas tantas, Nega me chamou para ir ao banheiro, eu fui e fiquei na porta esperando ela acabar o xixizéx.

Lembra quando descrevi o forró? agora multiplica por 10 e terá a real situação do banheiro. Pois é, o trem era feio. Demais por sinal.

Quando ela saiu, já tava meio que passando mau por causa do cheiro, mas ainda saiu toda felizinha, dançando e cantando.

Só que ela saiu de frente pra mim e eu não vi que ela estava com a saia por dentro da calcinha, mostrando metade da bunda. AUHAUHAUHAUHAUHAUHAUAH
Notei as pessoas olhando e rindo. Pedi que ela virasse e arrumei a saia.
Ela danou  chorar de novo. Tá todo mundo rindo de mim.
E eu pensei tá mesmo nega.
Mas acalmei ela, mais uma vez e seguimos na tentativa de ainda ARRASAR.

Ela dançou com uns 23 caras, mas permanecia olhando o carinha babaquinha beijando a outra.

Na décima vez que me chamou para ir ao banheiro, ela já estava completamente bêbada e não queria ir embora de jeito nenhum.
Entrei com ela dessa vez, para poder ajudar, porque mau parava em pé.
Eu repetia:  Não senta, não senta, não senta.. Puft, sentou, droga.

Ela não queria levantar, se entregou ali, naquele banheiro imundo.
Pra acabar de completar, o celular dela caiu no chão, BEM LIMPO, com milhares de DNA´s de pessoas que nós nem conhecíamos.

Tirei ela de lá, com ajuda de um amigo. Chegamos em casa, arrumei a cama pra ela, dei um banho sabido e fomos dormir.

Dez minutos de sono se passaram, escuto a porta batendo e Nega no banheiro.

Eu perguntei: Tá tudo bem?
Ela respondeu: Aham, tô só lavando o celular
Lavando o queeeeeeeeeeee? Corri para tentar salva o pobre coitado, mas já era tarde.

Ela repetia: Amiga, tava sujo, caiu no banheiro, esqueceu?
Não Nega, não esqueci, mas precisava lavar? LA-VAR?

Foi bonitinho ver o cuidado dela, tirando o barrinho dos botões, com sabonete.
Depois secando com a toalha. 

Desisti de convencê-la que era errado lavar um componente eletrônico e voltamos para cama.

No outro dia, bem pela manhã ela me acorda aos berros.
Meu celular amiga, tá todo molhado. 

Nega, me acorda daqui um tempo e eu te conto tudo. 

Eu nunca ri tanto de uma situação. 
Por essas e outras, que decido não beber. 
Dia desses, bebi uns dois ou 3 copos pequenos de cerveja, fazia muito calor e cheguei em casa rindo á toda.
Minha mãe estranhou na hora e eu disse 'bebi lá no churrasquinho do pessoal'.
Lembrei que logo depois fui tirar a sobrancelha, mas não deu, porque não conseguia ficar com a cabeça parada.

Imagina se eu tomar um porre?

Não é pra mim, definivitamente. 

Beijo.