terça-feira, 17 de maio de 2011

Um presente.

Que sejam eles, os meus amigos, os lapidadores do meu caráter. Os apontadores dos meus erros, os que cometi imperceptívelmente. 

Então assim -
Entrego a vocês, caros amigos, formões. Para que, dia após dia, nessa vida que por ora não se finda, possam gentilmente me entalhar.
Quantas vezes por preciso, passível e possível, porque não?

Peço que não tentem colar as lascas que, por ventura se partirem...

Elas servem para lembrar que, por mais nobre que seja a madeira, ela pode se enfeiar.
Num corte mal tratado, num tombo desajeitado ou na mudança de um lar...

Não precisam me polir. Não sou das mais educadas, não fui nunca e não serei, jamais.

Peças lisas escorregam nas mãos do vento, não assossegam nas prateleiras e eu também não gosto, não.

Nos meus olhos pintem olheiras, pois as trago de antemão.

Quero ser suvenir de quem tem saudade, com escrita bem bonita: Lembrei de você.

Cabe a vocês, amigos queridos. Que me saia um bom presente.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Bee

Quero saber mais sobre Ludwig van Beethoven.

Ontem peguei o filme dele pela metade no Telecine.

Não sabia que ele era surdo, preciso descobrir mais coisas...

Preciso...


sábado, 7 de maio de 2011

Fotinhos para passar o tempo e enganar o freguês.

Esmalte da Semana: Psico - Risqué by Isabelli Fontana.

Cabelo velho, porém, escovado. HAHA

Cadê?

Amores, perdão pela ausência, minha culpa, minha máxima culpa.
Acontece que, minha agenda anda lotada, eu chego um caco, brinco um pouco com o Nino e caio na cama.
O frio me perturba como já comentei aqui, e me deixa mais preguiçosa e sem inspiração do que qualquer coisa.

Hoje especificamente, minha avó Elvira, láá de Rondônia, veio jantar aqui em casa. Cheguei do trabalho pouco depois das 20:00h.

Minha mãe preparou nhoque e pudimmmmmmmm. Nhame Nhame...
Nos despedimos rapidinho da vó, porque ela ia aproveitar a carona (busão) que o Victor e a Cáu iam pegar.

Ela foi pra casa da prima dela e os dois para a Expoingá, que começou ontem com show do Exaltassamba.
E hoje eles foram ver Luan Santana.

Tô tomando porre do notebuque da ermana legal, que nunca me deixa usar. HAHA

Depois que ela ler, já foi. Hihihi.

Cliquei váários momentos dessa semana, com a câmera do celular. Meu cabelo novo, meus esmaltes, o Nino dormindo... enfim, vááárias coisas legais.

Prometo que, se o bofeeenho escândalo não me ligar para um programennhhha maroto de fim de semana, eu sento na frente desse bentido pc, e mando bala. Okay? Tá tranquilo ?


Amo vocês, tô megaaaa cansada e sem sono.
Aí amanhã, eu acordo atrasada ,chego no salão e a cliente tá com AQUELA cara de FELIZ, sabe?
Igualzinho ao Seu Barriga, quando vai cobrar o aluguel do Seu Madruga. BEM ISSO.


Vou dormir. VENGENTCH.


FUiz.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Frrrrrrioo

People, meu cérebro congelou!!! Socorro! Não consigo escrever nesse frio.

Alguém me empresta uma lareira? É rapidão, só até setembro, que é quando essa nhaca de inverno termina.

Tem tanta coisa semi pronta pra postar, mas ainda falta aquele "tcham" pra ficar bacanudo de verdade.

Só uma prévia.

Tem post sobre esmalte, tem um conto que eu escrevi no meu Moleskine super luxo, post sobre a preparação para minhas férias, e o que farei por lá.

Enfim, "N" coisas que não consigo terminar. Mas prometo.


Ah, já ia esquecendo, tem um post baphôoooo, sobre gordo. Aiii que pesadelo. Me salva Jeová.


Vou dormir, não sinto os dedos do meu pé esquerdo, meu cabelo tá gelado, minhas mãos estão prestes a virar um Tablito.

Tem jeito não, sou bicho do sertão, que gosta de calorão.


Beijo, amo ceis tudo aí.

domingo, 1 de maio de 2011

Ah! O amor...





"Quem nunca sofreu por amor nunca aprenderá a amar. Amar é o terror de perder o outro, é o medo do silêncio e do quarto deserto, de tudo o que se pensa sem poder falar, do que se murmura a sós sem ter a quem dizer em voz alta. É preciso sentir esse terror para saber o que é amar. E, quando tudo enfim desaba, quando o outro partiu e deixou atrás de si o silêncio e o quarto deserto, por entre os escombros e a humilhação de uma felicidade desfeita, resta o orgulho de saber que se amou."

Rio das Flores de Miguel Sousa Tavares