José Luiz Horn é o nome dele, ou talvez seja, ou nem é. HAHA.
Eu conheço como Queijo, seu apelido.
Tem cara de queijo emmental, aquele dos filmes de ratinho, cheios de furinhos por onde eles passam.
Queijo alegre, queijo casa, queijo que deixa alguém feliz. Ahh, e como deixa.
Ele tem lindos olhos cor de água, quase transparentes. É alto, elegante, sorridente e com cabelos feito ouro.
Certa vez, a noite tava chata e eu sentada numa lanchonete popular na minha cidade. Só eu, 3 cadeiras e uma porção de asinhas de frango. Eu até as contei, eram 14 ao todo.
Tudo chato, parado e pensamentos a mil. A lanchonete fechando e eu cansando.
Foi quando ele apareceu, tão gentil e arrebatador, com aquele tamanhão* todo, me abraçando e me chamando de Paulinha. Sentou-se, pediu uma cerveja e desencadeamos um papo tão fresquinho...
Ele não se fez de rogado e me ajudou a devorar as asinhas. Achei sensacional aquilo.
Queijo é um partidão na minha cidade, tão querido, tão amigo de meu pai, um menino que toda mãe queria como genro. E eu tinha ali, como amigo, num belo papo de boteco.
Foram mais 2 cervejas e um abraço apertado na hora de ir. Cavalheiro pagou a conta e foi embora.
Depois disso, poucas vezes o vi, de longe ainda.
Não gente, eu nunca quis namorar/ficar/beijar o Queijo, eu só acho ele demais. E digo isso pra ele. Aliás, já disse. Lá no Bar do Nego, uma vez. "Queijo do céu, você é lindo cara".
Gleise querida, isso não é um post de agradecimento ao seu, porque não se agradece de uma forma tão simplória, o carinho que dedicou a mim no seu post.
Eu só queria contar essa história a muito tempo. E aproveitei pra contar agora.
Eu gosto de vocês dois, de você mais, porque somos mais achegadas. HAHA!
Seu irmão é um encanto, transmita o recado a ele.
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Gente, a Gleise é uma fofa, olha o que ela fez pra mim.
| Não são lindos, pessoal? |
